quinta-feira, 24 de maio de 2007

Nunca em lugar algum: lugar-comum. A impossibilidade já se tornou clichê, dada a sua recorrência. Viver é muito perigoso? Eu já sei, apesar de seguir a filosofia do nada saber... Prefiro o Guimarães de “viver é tarefa de pouco proveito e muito desempenho”. Faz mais sentido pela sua ausência de significação. O sentido da vida? Talvez algum ponto perdido da rosa dos ventos. Só que venta muito por aqui também, e eu nunca sei precisar esse lugar, ainda que comum. Gira, gira mundo.

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