quinta-feira, 24 de maio de 2007

Esse abraço e já não sei onde acaba meu braço e começa o seu. Esse beijo e já não sei se toco o céu da sua boca com a ponta da língua ou a ponta da sua alma no celestial ato. Essas palmas entrelaçadas e já não sei mais palmilhar caminho que não seja o seu. Esse corpo uno e já não sei explicar porque desde o princípio não foi assim.

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